::Tá tudo errado! E só piora!::
Fôda-se. Vou reclamar.
Tudo bem que gastei demais esse mês. Show do moby e tal... Mas Sabe qdo vc planeja tudo direitinho com seu dinheiro e no final da tudo errado? O carro ficou uma semana na oficina e voltou mamando gasolina pior que bebum em festival da cachaça... Fora uma multa que tive que pagar por não ter como provar que não cometi a infração. Aí ainda chega aqueeela conta que nem tava lembrando que tinha, e lá se vai mais uma semana de carro bebum pq não tenho tempo de voltar com ele pra oficina. Tipo que o cheque especial ta prestes a estourar. Mierda. Mierda mierda mierda mierda. E não tem nada a ver esse post aqui tb, mas tô afim de reclamar.
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Sonhei que meus pais tinham morrido.
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"Tadinha, tão nova e tão estressada!"
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Ô mô paaai...
Catarse (do grego Κάθαρσις "kátharsis") é uma palavra utilizada em diversos contextos, como a tragédia, a medicina ou a psicanálise, que significa "purificação", "evacuação" ou "purgação". Segundo Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama.
quarta-feira, 28 de setembro de 2005
domingo, 25 de setembro de 2005
sábado, 24 de setembro de 2005
::Coisas que só a globo faz por vc::
Sexta-feira, único dia que almoço em casa, me deparei com uma reportagem sobre os nomes dos furacões no jornal Hoje. Pérola quue merece ser trancrita:
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"Rita, Ophelia, Katrina, Ivan. Quem escolhe os nomes dos furacões? Inicialmente, eles não tinham nome ou eram identificados pelo santo do dia em que atingiam a terra.
Segundo historiadores, foi um meteorologista australiano que, no começo do século XX, começou a dar aos furacões nomes de pessoas comuns, especialmente daquelas que ele detestava.
A partir de 1953, o serviço de meteorologia adotou formalmente nomes de mulheres para identificar as tormentas. Em 1979 começaram a ser usados também nomes masculinos. Hoje, o comitê da Organização Meteorológica Mundial, com sede em Genebra, é quem decide.
Os nomes não devem ser traduzidos e são escolhidos nos idiomas das regiões afetadas. Assim, as tormentas no oceano Atlântico Norte recebem nomes próprios em inglês, espanhol e francês. Para cada temporada, são feitas listas com 21 nomes, em ordem alfabética, alternando masculinos e femininos.
As letras q, u, x, y e z não são usadas, porque poucos nomes começam com elas. Este ano, o último da lista é Wilma. Se houver mais de 21 tormentas, o que nunca ocorreu, a identificação segue com as letras do alfabeto grego: furacão Alfa, Beta, Gamma e assim por diante."
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Claro que a primeira escolha tinha que ser nomes de mulheres né? E aposto que o número de furacões-mulheres é muito maior do que o de furacões-homens.
Sexta-feira, único dia que almoço em casa, me deparei com uma reportagem sobre os nomes dos furacões no jornal Hoje. Pérola quue merece ser trancrita:
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"Rita, Ophelia, Katrina, Ivan. Quem escolhe os nomes dos furacões? Inicialmente, eles não tinham nome ou eram identificados pelo santo do dia em que atingiam a terra.
Segundo historiadores, foi um meteorologista australiano que, no começo do século XX, começou a dar aos furacões nomes de pessoas comuns, especialmente daquelas que ele detestava.
A partir de 1953, o serviço de meteorologia adotou formalmente nomes de mulheres para identificar as tormentas. Em 1979 começaram a ser usados também nomes masculinos. Hoje, o comitê da Organização Meteorológica Mundial, com sede em Genebra, é quem decide.
Os nomes não devem ser traduzidos e são escolhidos nos idiomas das regiões afetadas. Assim, as tormentas no oceano Atlântico Norte recebem nomes próprios em inglês, espanhol e francês. Para cada temporada, são feitas listas com 21 nomes, em ordem alfabética, alternando masculinos e femininos.
As letras q, u, x, y e z não são usadas, porque poucos nomes começam com elas. Este ano, o último da lista é Wilma. Se houver mais de 21 tormentas, o que nunca ocorreu, a identificação segue com as letras do alfabeto grego: furacão Alfa, Beta, Gamma e assim por diante."
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Claro que a primeira escolha tinha que ser nomes de mulheres né? E aposto que o número de furacões-mulheres é muito maior do que o de furacões-homens.
quinta-feira, 22 de setembro de 2005
::Tá é bom::
Ingresso na mão de cambista: 70,00.
Estacionamento: 10,00.*
Cerveja na porta: 3,00.
Cerveja lá dentro: 3,50.
Show do Moby com banda e tudo, negona cantando, baixista-guitarrista-gato, rock`n roll com direito a Sepultura e tudo mais e companhia do bonde do A: não tem preço.
*essa parte do estacionamento foi só pra dar uma dramatizada, qdo vi que era 10,00 dei a volta e fui procurar uma vaga na rua. ;)
Ingresso na mão de cambista: 70,00.
Estacionamento: 10,00.*
Cerveja na porta: 3,00.
Cerveja lá dentro: 3,50.
Show do Moby com banda e tudo, negona cantando, baixista-guitarrista-gato, rock`n roll com direito a Sepultura e tudo mais e companhia do bonde do A: não tem preço.
*essa parte do estacionamento foi só pra dar uma dramatizada, qdo vi que era 10,00 dei a volta e fui procurar uma vaga na rua. ;)
terça-feira, 20 de setembro de 2005
::Ai, ai::
(só pra ir entrando no clima)
Mundo Livre S/A - Meu Esquema
Ela é meu treino de futebol
Ela é meu domingão de sol
Ela é meu esquema
Ela é meu concerto de rock'roll
Nação, minha torcida gritando gol
Minha Ipanema
Ela é meu curso de anatomia
Ela é meu retiro espiritual
Ela é minha história
Ela é meu desfile internacional
Ela é meu bloco de carnaval
Minha evolução...
Galega
Tento descrever o que é estar com você
Princesa
Todos vão saber que eu estou muito bem com você
Ela é minha ilha da Fantasia
A mais avançada das terapias
Meu Playcenter
Ela é minha pista alucinada
A mais concorrida das baladas
Meu inferninho
Ela é meu esporte radical
Poderosa, viciante, mas não faz mal
Meu docinho
Ela é o que meu médico receitou
Rivaldo Maravilha mandando um gol
Minha chapação...
Galega
Nem dá pra dizer o que é estar com você
Princesa
Todo mundo vê que eu sou mais...
(só pra ir entrando no clima)
Mundo Livre S/A - Meu Esquema
Ela é meu treino de futebol
Ela é meu domingão de sol
Ela é meu esquema
Ela é meu concerto de rock'roll
Nação, minha torcida gritando gol
Minha Ipanema
Ela é meu curso de anatomia
Ela é meu retiro espiritual
Ela é minha história
Ela é meu desfile internacional
Ela é meu bloco de carnaval
Minha evolução...
Galega
Tento descrever o que é estar com você
Princesa
Todos vão saber que eu estou muito bem com você
Ela é minha ilha da Fantasia
A mais avançada das terapias
Meu Playcenter
Ela é minha pista alucinada
A mais concorrida das baladas
Meu inferninho
Ela é meu esporte radical
Poderosa, viciante, mas não faz mal
Meu docinho
Ela é o que meu médico receitou
Rivaldo Maravilha mandando um gol
Minha chapação...
Galega
Nem dá pra dizer o que é estar com você
Princesa
Todo mundo vê que eu sou mais...
segunda-feira, 19 de setembro de 2005
::25 anos::
Quando estava no colégio tinha o costume de escrever mais. Sonhava em escrever tão bem como aqueles caras que escreviam para sua revista predileta. Sonhava em mudar o mundo. Pensava que no ano 2000 já teria saído de casa. Escolheu sua marca preferida de cigarro com uma certeza de que nunca pararia de fumar. Já pensou ter encontrado o amor da sua vida por pelo menos três vezes. Já sofreu por amor e pensou que nunca mais deixaria de sofrer. Continua a se emocionar com propagandas, novelas, filmes e espetáculos de dança. E chora. Sempre chorou. Nunca ganhou um buquê de girassóis, apesar de já ter gritado para o mundo que sempre sonhou com isso. Já deu um buquê de girassóis para um homem e depois se sentiu a pessoa mais ridícula do mundo. Teve amnésia alcoólica pela primeira vez aos 14 anos, quanto tomou seu primeiro porre. Nunca mais parou de ter amnésias.
.
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Hoje se assustou com o comentário de uma estranha sobre o seu pingente de coração: "olha, que lindo esse coração branco... parece assim... que tá vazio!"
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.
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Mas continua tentando.
Quando estava no colégio tinha o costume de escrever mais. Sonhava em escrever tão bem como aqueles caras que escreviam para sua revista predileta. Sonhava em mudar o mundo. Pensava que no ano 2000 já teria saído de casa. Escolheu sua marca preferida de cigarro com uma certeza de que nunca pararia de fumar. Já pensou ter encontrado o amor da sua vida por pelo menos três vezes. Já sofreu por amor e pensou que nunca mais deixaria de sofrer. Continua a se emocionar com propagandas, novelas, filmes e espetáculos de dança. E chora. Sempre chorou. Nunca ganhou um buquê de girassóis, apesar de já ter gritado para o mundo que sempre sonhou com isso. Já deu um buquê de girassóis para um homem e depois se sentiu a pessoa mais ridícula do mundo. Teve amnésia alcoólica pela primeira vez aos 14 anos, quanto tomou seu primeiro porre. Nunca mais parou de ter amnésias.
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Hoje se assustou com o comentário de uma estranha sobre o seu pingente de coração: "olha, que lindo esse coração branco... parece assim... que tá vazio!"
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Mas continua tentando.
terça-feira, 13 de setembro de 2005
segunda-feira, 12 de setembro de 2005
sábado, 10 de setembro de 2005
segunda-feira, 5 de setembro de 2005
domingo, 4 de setembro de 2005
::Alone With Everybody::
C. Bukowski
the flesh covers the bone
and they put a mind
in there and
sometimes a soul,
and the women break
vases against the walls
and the men drink too
much
and nobody finds the
one
but keep
looking
crawling in and out
of beds.
flesh covers
the bone and the
flesh searches
for more than
flesh.
there's no chance
at all:
we are all trapped
by a singular
fate.
nobody ever finds
the one.
the city dumps fill
the junkyards fill
the madhouses fill
the hospitals fill
the graveyards fill
nothing else
fills.
C. Bukowski
the flesh covers the bone
and they put a mind
in there and
sometimes a soul,
and the women break
vases against the walls
and the men drink too
much
and nobody finds the
one
but keep
looking
crawling in and out
of beds.
flesh covers
the bone and the
flesh searches
for more than
flesh.
there's no chance
at all:
we are all trapped
by a singular
fate.
nobody ever finds
the one.
the city dumps fill
the junkyards fill
the madhouses fill
the hospitals fill
the graveyards fill
nothing else
fills.