segunda-feira, 28 de junho de 2004

quarta-feira, 23 de junho de 2004

::Mau humor::

O que fazer quando um mau humor te ataca quase que fulminantemente logo de manhã?
E o pior é que o motivo desse mau humor é uma filhinha-de-papaizisse que tenho até vergonha de falar...
Será que se eu contar até 100 a raiva passa?
::Será que virou doença?::

Mudei o profile do meu orkut todo.
E tô pensando em fazer isso todo mês.
tsc tsc...

terça-feira, 22 de junho de 2004

::Não me condenem::

Não sei se é TPM, mas esse final de Celebridade tá tão emocionante...
:'-)

segunda-feira, 21 de junho de 2004

::O "peso" da independência feminina::

Tudo bem que as mulheres modernas quase chegam a possuir superpoderes, mas realmente homens são insubstituíveis (ou "quase") em alguns quesitos específicos que envolvem, necessariamente, serviço braçal e uma certa praticidade que só eles são capazes de ter.

Mas o que seria uma "mulher moderna": a principio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante... é aquela que as vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços... é aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda...enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer... (por Arnaldo Jabor em Como não ser um homem traído nos dias de hoje)

E então que nós, eu e senhorita Clarisse, num súbito ataque de modernice feminina (modernismo feminino? modernidade feminista?) resolvemos fazer uma "pequena" mudança sozinhas. Afinal, somos mulheres "independentes", temos carro e muita disposição. "E nem temos que levar tantas coisas assim", só as roupas (que ocupam um armário de quatro portas, mas tudo bem), os livros, a persiana, o som, e... eis o cerne da questão: o colchão de casal que a senhorita resolveu comprar há pouco tempo pagando em doses homeopáticas com o seu salarinho de estagiotária.(sou chique, bem!)
Pois bem, a senhorita chiquérrima, moderna, independente fez quase toda a mudança sozinha, indo e voltando com malas, caixas e cabides que pareciam não acabar nunca.
Só requisitou minha humilde ajuda quando chegou a vez do colchão.
Inicia-se a aventura: ajuda masculina somente para descer com o big problem até a garagem e amarrá-lo em cima do carro (a "tal" paraticidade...).
Tudo pronto, entram as duas "modernas" no carro, uma segurando de um lado, a outra do outro, quando não precisava das duas mãos para dirigir.
Aquela cena bonita: o uninho atravessando a Savassi em pleno fim de tarde de sábado, munido de um big problem nas costas.
Até que foi divertido. Só até chegarmos no prédio e constatarmos, tardiamente, que o big não caberia no elevador.
Depois do impacto inicial, tentamos achar uma outra solução que substituísse ter que subir seis andares pela escada carregando um biiiiig problem nas costas. Em vão.
"Vamos lá, a gente consegue"
"Não tem luz na escada?"
"Ah, que isso... pra que luz numa hora dessas?"
Foram uns 5 (10, 30?) minutos que pareciam não acabar nunca.
Só umas cervejinhas depois pra compensar.
E, é claro, uma boa dormida em cima do big, né amiga?
Só faltou o bofinho bem no final. ;)